APAV Vôlei
⚡ 17 anos · Canoas/RS

Quem somos?
Os pais e amigos do vôlei!

Em 2009, um grupo de famílias se cansou de ver crianças com talento e sem oportunidade. Fundaram a APAV — Associação dos Pais e Amigos do Voleibol — com uma única missão: manter o voleibol gaúcho de pé.

🎬 Documentário

A história em vídeo

Resumo do documentário

Em 2009, num churrasco na casa do Renato Beltrame, um grupo de doze a quinze famílias entendeu que o voleibol gaúcho precisava de uma decisão. As categorias de base estavam ficando sem casa no estado, e os filhos precisavam de um lugar pra continuar treinando. Junto ao grupo de famílias, Almir Beltrame Filho levantou a ideia: criar uma associação capaz de manter o projeto vivo, sustentada pelos próprios pais e amigos do voleibol. O nome saiu na hora — Associação dos Pais e Amigos do Voleibol. O CNPJ foi registrado no endereço da casa do Renato. Era o primeiro passo.

Em dezembro de 2011, com o Rio Grande do Sul prestes a ficar sem representante na elite do vôlei nacional, a APAV assumiu a missão. Em apenas um mês de treinos, foi campeã da primeira edição da Superliga B em 2012 — daí em diante, foram seis temporadas seguidas na Superliga A jogando como Vôlei Canoas, pentacampeã gaúcha, semifinalista da Copa do Brasil. Foi nesse time que Gustavo Endres, ouro olímpico em Atenas-2004, vestiu sua última camisa profissional.

Mais do que o alto rendimento, o que sempre sustentou a APAV foi sua filosofia. Eliane Conceição Graciolli — única presidente mulher entre todas as equipes da Superliga em sua época — defendeu desde o início a inclusão, a diversidade e a formação social. “Não cobramos mensalidade. Não selecionamos por dinheiro. Selecionamos por vontade de jogar.” É essa frase que o projeto carrega há mais de quinze anos, atendendo hoje +400 crianças e adolescentes em sete núcleos ativos, com vagas gratuitas, Vôlei Inclusão no Sindicato dos Metalúrgicos, educação inclusiva na EMEF Bilíngue Vitória e a missão de formar atletas e cidadãos ao mesmo tempo.

2009 — A origem

A APAV foi fundada em 2009 em Canoas/RS por um grupo de pais e amigos do voleibol, com a gestão de Almir Beltrame Filho. CNPJ 11.051.101/0001-08. Em dezembro de 2011 começou o projeto para categorias de base, para que os filhos pudessem ter um time para treinar — e, com o Rio Grande do Sul prestes a ficar sem representante na elite do voleibol nacional, a APAV assumiu também a missão da Superliga.

2012-2018 — A elite

Em 2012, em sua primeira temporada profissional, foi campeã da Superliga Série B com apenas uma derrota na campanha. Entre 2012 e 2018, jogando como Vôlei Canoas, disputou seis temporadas seguidas da Superliga A.

Pentacampeã gaúcha entre 2012 e 2016. Semifinalista da Copa do Brasil. Casa da última camisa profissional de Gustavo Endres, ouro olímpico em Atenas-2004.

2021 até hoje — A reinvenção

Em 2021, a APAV reorganizou completamente sua atuação em parceria com o Clube Marítimo Brasil. Iniciou o Projeto Escolinhas de Base em Canoas e o Projeto Vôlei Transforma em Montenegro e São Sebastião do Caí.

Em 2023, a APAV homenageou Almir Beltrame Filho com a realização da Copa APAV Almir Beltrame — torneio único feito para celebrar o legado de quem geriu a fundação ao lado do grupo de pais e amigos do voleibol. No mesmo ano, Eliane Conceição Graciolli assumiu a presidência (dezembro/2023), dando continuidade ao projeto iniciado em 2009.

Em 2024, com as enchentes históricas em Canoas, o Centro Olímpico Municipal virou abrigo para desabrigados. Os núcleos retornaram as atividades assim que autorizados — a APAV seguiu com o projeto com ainda mais força.

Sob a coordenação técnica do campeão olímpico Gustavo Endres, a APAV atende +400 crianças e adolescentes em sete núcleos ativos pelo Rio Grande do Sul — entre Canoas, Montenegro e São Sebastião do Caí.

Não cobramos mensalidade. Não selecionamos por dinheiro.
Selecionamos por vontade de jogar.

Pilares hoje

  • Formação esportiva — categorias de base (pré-mirim, mirim, infantil, infanto-juvenil, juvenil)
  • Inclusão social — vagas gratuitas para crianças em situação de vulnerabilidade
  • Acessibilidade — frente de educação inclusiva na EMEF Bilíngue Vitória, há mais de cinco anos consecutivos com aulas adaptadas para pessoas com deficiência